Tio morreu e tudo que o homem deixou foi a coleção inútil
Não chove nada na horta de Hillary. E agora essa.
A britânica Hillary Taylor, de 63 anos, anda meio sem grana. Na sua casa em Great Yarmouth, no sudeste da Inglaterra, a tia não acumula bens preciosos. Não há joias, carros e grana guardada. Hillary está, para piorar, zerada no campo amoroso – solteira, luta para encontrar um namorado.
Pois agora a inglesa tem algo com que se preocupar. Pena que a notícia não seja tão boa. Na seca, ela soube que o parente Ken Stickland, morto em dezembro de 2009 aos 78 anos, deixou uma coleção de 3.000 regadores.
Stickland era conhecido como “homem-regador” por causa de sua paixão por objetos de jardinagem. Mas Hillary não é tão chegada assim em botânica. E a sua residência mal consegue acolher as próprias quinquilharias – quanto mais um museu de regadores. O tio lotou galpão, estufa, jardim e até um andar inteiro de sua pequena casa com a amada coleção.
- Conheço gente que guarda selos e moedas, mas regadores? Ele era uma pessoa amável. Poderia ter se ocupado com coisas mais valiosas e importantes, lamenta a pobre Hillary.
Ela admite que não sabe o que fazer com a coleção – nem instituições de caridade se interessaram pelos objetos.
Hillary deve jogar tudo fora – menos um regador, que armazena, a pedido do tio, as cinzas do homem.
Fonte: metro.co.uk
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